Dream Journey – Uruguay/Julho – Autoconhecimento & Criatividade

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Holoplex – The Golden Template

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O que é a TRANSIÇÃO ?

Estamos vivendo a maior, mais profunda, mais complexa e mais rápida transformação da história da humanidade. Estamos em plena Transição.

A Transição é um fenômemo de transmutação individual, coletiva e global;

é um processo radical de mudanças aceleradas que impacta todos os seres vivos, todas as áreas do conhecimento e todos os campos de interação, expressão e manifestação humanos — econômico, social, cultural, artístico, educacional, corporativo, tecnológico, científico, ambiental, político, comportamental, familiar, sexual, relacional, psicológico, emocional, energético e espiritual, simultaneamente.

Mas para compreender a Transição em sua vasta complexidade, precisamos olhar sua origem etimológica.

Transitare significa mudança, passagem de um estado para outro.

E o prefixo trans se define de 3 formas diferentes; como “aquilo” que está entre, através e além.

Isto é, a Transição é um estado de consciência entre estados de consciência;

é um fluxo criativo abundante atravessando passado, presente e futuro;

é um campo energético para além do espaço, do tempo, da imaginacão e de nós mesmos.

A Transição é tudo isso junto ao mesmo tempo, é um salto quântico em nossa jornada coletiva, é a reinvenção dos mundos, é a mudança de game, é a ascenção para uma nova dimensão na espiral evolutiva, é um ritual de passagem da humanidade.

Transição é transe, é transbordo psíquico, avalanche imaginativa, chacoalho cósmico, borbulha neural.

É um estado holístico de energia e consciência, uma trip sistêmica, um fluxo de possibilidades infinitas, um campo transcendente de aprendizagem, cura, sincronicidades, revelações espirituais, descobertas científicas e revoluções tecnológicas manifestando-se em todas as dimensões da realidade.

É uma onda nova, irreverente, disruptiva, caótica, surpreendente, total.

É inexorável, irreversível, imprevisível, memorável.

Não é um espaço-tempo comum, usual, ordinário ou corriqueiro.

Não é linear, não é controlável, não é estável.

Não se trata de uma pequena correção na rota, de um ajuste sutil na visão, de um “tapa” na embalagem ou de um update no software.

Não, estamos falando de um evento épico, visceral, avassalador, inebriante, extraordinário.

Estamos falando da instalação de um novo sistema operacional planetário, da emergência de uma nova super ordem mundial, de uma mudanca de era, do despertar de uma consciência global.

Estamos falando de uma onda de verdade e amor inundando as vielas sombrias da inconsciência, do atraso e da mentira que durante milênios turvaram nossas mentes, fecharam nossos corações, adoeceram nossos corpos e desligaram nossas almas nos impedindo de ser que realmente somos, de verdade.

Estamos falando da oportunidade rara de superar ilusões paleolíticas e unir tudo e todos, incluir tudo e todos, integrar tudo e todos num super sistema que acolha os múltiplos sistemas, visões, fluxos, culturas e mundos.

Estamos falando em um movimento de renascimento humano que vai além do impossível para construir na Terra o paraíso que sempre sonhamos e com o qual nos comprometemos a cocriar, juntos (lembra ?).

A Transição está entre nós, através de nós, além de nós.

Está aqui, ali, lá e acolá, acima e abaixo, por todos os lados, por dentro e por fora, ocupando espaços, multiplicando tempos e mudando nossas vidas e os nossos futuros para sempre.

Em sua presença nada será como antes.

Nada será como antes em sua ausência.

Ninguém escapará de seus efeitos.

Ninguém sairá ileso da sua luz.

Tudo se transmutará.

Tudo se transitará.

Tudo se transformará.

Todos transcenderemos em suas espirais multidimensionais.

Todos viajaremos em suas infinitos exponenciais.

A Transição é um presente divino para a humanidade embalado como um impulso para evoluir, um convite para voar e um chamado para despertar.

Transitions — https://www.facebook.com/groups/transitionshp/?fref=nf

O futuro do presente.

ver futuro

Ver futuro – Ou como atravessar o portal do tempo estando presente.

A complexidade absurda do mundo contemporâneo, com sua velocidade quântica, superficialidade crônica e urgência hiper-tecnológica, está nos roubando o passado e o futuro e nos jogando eternamente no presente.

Até parece que os deuses do tempo, Cronos (regente do tempo linear) e Kairós (regente do tempo das coisas), cansados de nos ensinar a meditar para ficarmos “zens”, resolveram se fundir numa parceria estratégica e montaram um circo atemporal onde o único jeito de sobrevivermos, advinha só, é vivermos integralmente fora do tempo, ou seja, no presente.

O futuro e o passado estão embutidos no agora e nós estamos todos irremediavelmente encapsulados na nave mãe do presente, e é dele que teremos que absorver os conhecimentos, estratégias, ações e direções para continuar nossa jornada evolutiva.

É à partir do presente que daremos o salto que transcende as dualidades, polaridades e paradoxos que limitam nossa percepção, nos prendem no chão da mesmice e travam nossa ação criativa e corajosa.

É à partir do presente que encontraremos a compreensão para nossas pessoinhas perdidas e o significado de nossas vidinhas confusas.

É à partir do presente que iremos curar feridas, transmutar energias e mudar padrões de pensamento, sentimento e comportamento e poder ver futuro que está pela  frente.

É à partir do presente que construiremos as novas bases, os novos softwares, os novos paradigmas que irão modelar o presente no amanhã e no depois do amanhã.

O presente é o presente dos deuses, é tudo o que temos, é tudo o que precisamos, é o portal para o passado e para o futuro.

Fábio Novo

Terapeuta, coach, autor, palestrante, empreendedor, facilitador de meditação e processos de autoconhecimento e co-fundador da casa colaborativa Hiperespaço. Atuo há + de 12 anos como coach e terapeuta e há + de 20 anos pesquiso os temas da psicologia, espiritualidade e evolução da consciência

 

www.holoplex.org

26/3/15

Patologias do Futuro Imediato

Patologias do Futuro

Quais são as novas doenças psicológicas ?

Das muitas reflexões sobre o futuro que tenho feito com a minha querida amiga futurista, sintetista, fluxonomista e criadora de novos mundos desejáveis Lala, surgiu a vontade — e a necessidade — de escanearmos o campo mórfico dos múltiplos futuros possíveis para tentar hackear fluxos, tendências, potenciais, possibilidades e probabilidades coletivas e, assim, identificar as sementes de patologias do futuro que poderão nos acometer num tempo muito próximo.

Confesso que desde que comecei a escrever Holoplex, há 7 anos, e principalmente depois que o lancei, há 2 anos, tenho observado acontecimentos psicológicos ‘estranhos’ em meus clientes e amigos, e em mim mesmo. Desde então, tenho me usado como laboratório e auto-cobaia para pesquisar e buscar compreender as origens, o que são, o que significam, como se manifestam, quais os sintomas e, principalmente, como evitar, neutralizar e curar estas inovações psíquicas.

O que já dá para dizer é que estas neopatologias são, em geral, simultaneamente, causa e efeito:

  • da mudança sistêmica global,
  • da aceleração do tempo,
  • da digitalização da vida,
  • da virtualização das relações,
  • da instalação da nova organização social (agora configurada em rede),
  • da explosão das comunicações interativas,
  • da perda de referências éticas,
  • da desconexão ancestral-familiares,
  • da intoxicação psico-mental-magnética-energética e alimentar,
  • do enfraquecimento dos laços afetivos-emocionais,
  • do triunfo do ego,
  • do status e do dinheiro,
  • da desconexão espiritual,
  • do esfarelamento e consequente desencanto com tradições, filosofias, religiões, teorias, visões de mundo, ciências e verdadismos que antigamente explicavam o mundo, mas que agora pouco ajudam,
  • do caos político-econômico-financeiro,
  • da hiper-mixagem cultural desenfreada,
  • do esvaziamento das artes,
  • da idiotização da mídia,
  • da superficialização do conhecimento,
  • da desvalorização da profundidade,
  • da falência astronômica do estado,
  • do sucateamento planetário da educação,
  • do culto efervescente à violência e ao submundo,
  • do uso indiscriminado de psicotrópicos de todos os gêneros, números e graus,
  • da perda de conexão com o sentido e o significado da existência,
  • da onipresença do medo e, para finalizar,
  • da hiper-adicção ao bit, a super-nano-anfetamina do mundo digital.

Bom, com este contexto, não é de difícil de acreditar que novas patologias estão emergindo, muito mais será, suponho, neutralizá-las. Então vamos a elas. Mas antes preciso dizer que esta é uma investigação experimental, muito mais lúdica, criativa e provocativa do que técnica. A ideia é abrir este campo de reflexão para que possamos, quem sabe, um dia, nos harmonizar globalmente.

Segue uma lista provisória de algumas destas patologias do futuro já identificadas.

Sindrome de Fractal

Transtorno Holográfico

TOCCCC (Transtorno Obsessivo Compulsivo Colaborativo Compartilhado Cocriado)

Complexo de Copy & Paste

Complexo de Nuvem (icloud complex)

Complexo de Meme

Complexo de Espiral

Surto Morfogenético

Compartilhose

Curtirose

Bloguite

Fluxofrenia

Hashtaguismo (#guismo)

Trollismo

SMSismo

Tinderoidismo

TLF (Timeline Fobia)

VIRA (Virtual Reality Adiction)

Distúrbio Exponencial Acelerado

Virose Quântica

Moleculite

— www.holoplex.org

07/04/15

O que está acontecendo no mundo ?

crise global

Se você está confuso sobre a vida, então está começando a compreendê-la. Se você está começando a compreendê-la, então está começando a mudá-la.

Nos últimos meses tem acontecido algo novo para mim – despertar no meio da madrugada “do nada” e sem sono. Muitas vezes levanto e vou meditar, e hoje, durante a meditação, na lua de Wesak, me veio inspiração para escrever este texto, que agora compartilho. São 3:30.

Sobre a crise global: Durante milênios vivemos em nossa casa usufruindo tudo o que ela tinha de bom. Quando algo errado acontecia, quando algo quebrava e deixava de ser útil para nós, quando não entendíamos ou não queríamos lidar com algo estranho, ruim ou desagradável, na maioria das vezes, a solução que encontramos foi jogar estas “coisas” (materiais, mentais, emocionais, energéticas, espirituais) primeiro, pra baixo do tapete, e depois, para dentro do porão.

E assim foi por muito tempo. O porão foi o destino de uma infinidade de coisas, mas a partir de um determinado momento, começamos a perceber um desagradável odor que vinha do subsolo, mais exatamente, do porão. A princípio negamos, fingimos que não existia problema algum — logo passa, pensamos. Como não passou, tentamos contornar e camuflar o mau cheiro com perfumes, incensos e flores, mas a eficácia foi limitada. Então pensamos em blindar o porão, cimentando suas saídas e bordas, mas o odor transbordou por frestas invisíveis e ficou cada vez mais forte, até se tornar insuportável. Sem outra opção à, fizemos o que tínhamos que fazer — abrimos o porão, acendemos a luz e encaramos o trabalho de frente.

Quando observo a situação crise global que temos vivido ultimamente, com toda a desigualdade, exclusão, injustiça, preconceito, imaturidade, violência, corrupção, depressão e loucura vindo à tona do cotidiano, não consigo deixar de comparar com o mau cheiro que vem do porão. É, parece que chegou a hora de enfrentarmos a nossa sombra, individual, coletiva e global. Não temos mais como postergar ou fugir. Só abrindo o porão da inconsciência e enfrentando as nossas limitações de visão e comportamento que poderemos melhorar a nossa situação.

Os cientistas constataram que desde a década de 80 o Sol tem enviado mais luz para a Terra. Talvez seja este o fato externo que está nos ajudando a ver todos os nossos problemas com mais nitidez. Mas seja qual for a causa, o que importa mesmo é que estamos encarando o nosso porão como nunca fizemos antes. Por isso, sou fã da nossa humanidade. É sério, reconheço os problemas e a inconsciência, mas também reconheço q este trabalho nunca foi feito antes nesta escala e com esta intensidade. Isso é inédito em nosso planeta. Nunca mergulhamos tão profundamente em nossa sombra, nunca olhamos tão corajosamente para nós mesmos como estamos fazendo agora coletivamente , e nunca nos mobilizamos com tanto empenho para melhorar o nosso mundo, encontrar soluções para crise global, curar feridas abertas, reciclar o lixo consciencial e reorganizar as coisas. Isso é inegável.

Mas é verdade também que o trabalho é colossal, complexo, cansativo e provavelmente vai durar décadas. O stress, a desorientação, a depressão e o desconforto coletivo atual é um sintoma evidente disso. Temos ainda muito a compreender, muito a transformar e muito a curar do nosso passado ancestral. Mas esta cura está em curso, a transmutação está sendo processada em todos os níveis e numa velocidade sem precedentes. Estamos remexendo no porão, jogando fora velhos conceitos, velhas ideias, crenças, padrões. Estamos resgatando forcas abandonadas, redescobrindo qualidades esquecidas, limpando, desinfetando, desintoxicando e expurgando radicalmente tudo aquilo que não nos serve mais, tudo o que ficou obsoleto, tudo o que não faz mais sentido. A sombra, apesar de desconfortável, é uma fonte preciosa de sabedoria, e é ela quem vai nos ajudar a encontrar o caminho. Não há evolução possível sem aceitarmos a nossa sombra.

Felizmente, existe hoje uma verdadeira avalanche de pessoas, organizações, coletivos, movimentos, empreendimentos, iniciativas e startups bem intencionadas e que trabalham a favor da conscientização, da harmonização, da cura e da evolução individual e coletiva do planeta. A essas pessoas, quero dedicar minha eterna gratidão. Acho que precisamos temperar o nosso espírito crítico, que nunca esteve tão alerta e ativo, com gratidão e reconhecimento. Enquanto vivendo em crise pessoal e crise global, excesso de autocrítica e autodepreciação não ajudam na cura. Autoconsciência sim, generosidade sempre. Acredito e escolho a evolução pelo amor, não pela dor, e esta pode ser uma escolha de todos nós.

Enfim, estamos diante de um processo irreversível e agora só nos resta aprender a lidar com ele. Não tem volta, o tsunami está aí, por isso é melhor aprendermos a surfar logo, e bem, para podermos curtir a jornada.

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Fábio Novo

15/5/15