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Dream Journey – Uruguay/Julho – Autoconhecimento & Criatividade

Informações – https://www.facebook.com/Dream-Journey-228638164306452/

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O que é a TRANSIÇÃO ?

Estamos vivendo a maior, mais profunda, mais complexa e mais rápida transformação da história da humanidade. Estamos em plena Transição.

A Transição é um fenômemo de transmutação individual, coletiva e global;

é um processo radical de mudanças aceleradas que impacta todos os seres vivos, todas as áreas do conhecimento e todos os campos de interação, expressão e manifestação humanos — econômico, social, cultural, artístico, educacional, corporativo, tecnológico, científico, ambiental, político, comportamental, familiar, sexual, relacional, psicológico, emocional, energético e espiritual, simultaneamente.

Mas para compreender a Transição em sua vasta complexidade, precisamos olhar sua origem etimológica.

Transitare significa mudança, passagem de um estado para outro.

E o prefixo trans se define de 3 formas diferentes; como “aquilo” que está entre, através e além.

Isto é, a Transição é um estado de consciência entre estados de consciência;

é um fluxo criativo abundante atravessando passado, presente e futuro;

é um campo energético para além do espaço, do tempo, da imaginacão e de nós mesmos.

A Transição é tudo isso junto ao mesmo tempo, é um salto quântico em nossa jornada coletiva, é a reinvenção dos mundos, é a mudança de game, é a ascenção para uma nova dimensão na espiral evolutiva, é um ritual de passagem da humanidade.

Transição é transe, é transbordo psíquico, avalanche imaginativa, chacoalho cósmico, borbulha neural.

É um estado holístico de energia e consciência, uma trip sistêmica, um fluxo de possibilidades infinitas, um campo transcendente de aprendizagem, cura, sincronicidades, revelações espirituais, descobertas científicas e revoluções tecnológicas manifestando-se em todas as dimensões da realidade.

É uma onda nova, irreverente, disruptiva, caótica, surpreendente, total.

É inexorável, irreversível, imprevisível, memorável.

Não é um espaço-tempo comum, usual, ordinário ou corriqueiro.

Não é linear, não é controlável, não é estável.

Não se trata de uma pequena correção na rota, de um ajuste sutil na visão, de um “tapa” na embalagem ou de um update no software.

Não, estamos falando de um evento épico, visceral, avassalador, inebriante, extraordinário.

Estamos falando da instalação de um novo sistema operacional planetário, da emergência de uma nova super ordem mundial, de uma mudanca de era, do despertar de uma consciência global.

Estamos falando de uma onda de verdade e amor inundando as vielas sombrias da inconsciência, do atraso e da mentira que durante milênios turvaram nossas mentes, fecharam nossos corações, adoeceram nossos corpos e desligaram nossas almas nos impedindo de ser que realmente somos, de verdade.

Estamos falando da oportunidade rara de superar ilusões paleolíticas e unir tudo e todos, incluir tudo e todos, integrar tudo e todos num super sistema que acolha os múltiplos sistemas, visões, fluxos, culturas e mundos.

Estamos falando em um movimento de renascimento humano que vai além do impossível para construir na Terra o paraíso que sempre sonhamos e com o qual nos comprometemos a cocriar, juntos (lembra ?).

A Transição está entre nós, através de nós, além de nós.

Está aqui, ali, lá e acolá, acima e abaixo, por todos os lados, por dentro e por fora, ocupando espaços, multiplicando tempos e mudando nossas vidas e os nossos futuros para sempre.

Em sua presença nada será como antes.

Nada será como antes em sua ausência.

Ninguém escapará de seus efeitos.

Ninguém sairá ileso da sua luz.

Tudo se transmutará.

Tudo se transitará.

Tudo se transformará.

Todos transcenderemos em suas espirais multidimensionais.

Todos viajaremos em suas infinitos exponenciais.

A Transição é um presente divino para a humanidade embalado como um impulso para evoluir, um convite para voar e um chamado para despertar.

Transitions — https://www.facebook.com/groups/transitionshp/?fref=nf

Como gerenciar múltiplas personalidades? Quem somos nós ?

Como gerenciar nossas múltiplas personalidades ?

Uma das maiores ilusões no caminho do autoconhecimento é a crença de que temos “uma personalidade” e que somos um todo único, homogêneo e imutável.

Nada poderia ser mais oposto, pois na prática, o que observamos, é o exato contrário.

Somos seres múltiplos, caleidoscópicos. Somos uma multidão psíquica, uma psicodiversidade, uma constelação heterogênea de forças psicológicas que gravitam ao redor de um eu, na maior parte do tempo, adormecido.

Essa comunidade de fragmentos psico-energéticos que convivem dentro de nós compõe o que chamamos de personalidade integral.

A personalidade integral é um complexo multicolorido de personalidades e subpersonalidades. É uma sociedade multidimensional, multifacetada e mutante de visões, ideias, tendências e possibilidades conectadas em rede que coabitam a nossa consciência.

As personalidades não sabem da existência umas das outras e se vêem como exclusivas e donas dos nossos corpos e vidas. Estão mimetizadas entre si e simbioticamente conectadas ao eu – o gestor da consciência e do todo — o que dificulta significativamente o nosso trabalho de integração e auto-organização.

Essas múltiplas sub-partes ou sub-eus espalhados pelas múltiplas dimensões da consciência estão em constante atividade e influenciando o nosso comportamento, embora nem sempre sejam protagonistas no palco volátil da psique humana.

De acordo com suas afinidades e propósitos, alojam-se em diferentes órgãos e chakras, de onde procuram comandar a consciência e chamar a atenção para as suas necessidades e desejos, acalentando o sonho secreto de ocupar definitivamente o lugar do eu — sonho que muitas vezes realizam — e realizar suas metas individuais.

Algumas personalidades são mais fáceis de reconhecer do que outras. Umas são emocionais ou intuitivas, outras são mentais ou imaginativas. Há todo tipo de personalidades: protagonistas, coadjuvantes, preguiçosas, fortes, fracas, corajosas, medrosas, coitadinhas, arrogantes, vítimas, engraçadas, sombrias, orgulhosas, amorosas, frias, criativas, espiritualizadas. E podem estar no modo ativa, latente ou adormecida, à espera de uma oportunidade para entrar em ação.

Uma vez ativadas, as personalidades tendem a adquirir vida própria e a interferir em nossas decisões e escolhas, porque que são sistemas semi-independentes dentro do ecossistema da nossa consciência, e se auto-organizam em função de suas próprias agendas, muitas vezes contraditórias e antagônicas entre si.

É comum algumas personalidades estarem mais ativas em determinadas fases da nossa vida, alternando-se em presença conforme evoluímos. Assim, na infância, podemos estar mais identificados com uma personalidade mais introspectiva. Na adolescência, com a rebelde. Na fase adulta, com a espiritualizada. Ou seja, conforme nos transformamos e nos integramos internamente, as personalidades vão se transformando também e abrindo espaço para que outras partes nossas se manifestem.

Na prática, as personalidades demandam energia, espaço, tempo, atenção, amor, cura e reconhecimento para poderem atender às suas necessidades, carências, traumas, medos, desejos e projetos. Para tanto, buscam ocupar o campo da consciência por meio do controle do eu, e o farão enquanto estivermos anestesiados e esquecidos de nós mesmos.

Por isso em nosso processo evolutivo é tão importante despertar o eu, que tem a função principal de identificar, aceitar, integrar e sintetizar as personalidades. Mas para que isso aconteça, necessitamos nos des-identificar delas, das partes, e nos identificar com o eu, o todo, reassumindo assim o papel de liderança, organização, harmonização e síntese da personalidade integral.

Mas adespeito do que foi dito, as personalidades não devem ser vistas como inimigas ou pesos que temos de carregar. Na verdade, são nossas aliadas; forças e instrumentos dos quais dispomos para viver e nos realizar na vida.

Na prática, formam a nossa “equipe” interna sendo essenciais na realização do projeto do eu, pois absorvem e processam a experiência da vida e gerenciam o contato com a realidade externa. Sem elas, o contato de eu com o plano físico seria radical, sem filtro e sem contorno. Sem elas, não teríamos braços nem pernas para para viver.

Em suma, as personalidades são partes nossas, estruturas energético-conscienciais que coabitam a consciência. São forças psicológicas internas que processam as experiências e nos dão apoio (quando alinhadas) para realizarmos o nosso projeto de vida neste mundo.

Em razão da nossa falta de autodomínio, as personalidades acabam ocupando um espaço na consciência maior do que deveriam. É quando nos esquecemos de quem somos, abandonamos a essência, ficamos cegos, reféns da ilusão e identificados com as personalidades, nem sempre saudáveis.

A ideia fundamental da HoloSíntese é que as personalidades se alinhem e sirvam ao projeto do eu — e, por consequência, ao projeto do Eu –, e não o contrário, como ocorre na atual sociedade, que apenas agora começa a despertar da ilusão e do sonambulismo.

— texto e imagens fazem parte do livro Holoplex, de Fabio Novo.

www.holoplex.org

08/11/15

Os 9 estágios do despertar da consciência. Você é um ser desperto ?

+ Os 9 estágios do despertar da consciência.

O despertar da consciência é um processo, não um estalo. É um fluxo, não uma explosão. Quando o estalo estala, é sinal que o processo maturou. Quando a explosão eclode, é porque o fluxo transbordou. A cada estalido, equivale um salto, a cada salto, uma nova realidade.

Despertar é um movimento de evolução da consciência que parte de um estado de acomodação e caminha em direção a um estado maior, de maior amplitude, profundidade, complexidade, inteligência, criatividade e beleza.

Sempre estamos a caminho do despertar da consciência , que costuma tardar e falhar, mas não costuma deixar de acontecer, nem cedo nem tarde, num dia qualquer da eternidade, provável que num sábado de primavera, na hora do almoço.

É inevitável, todos vamos despertar, todos estamos despertando, consciente ou inconscientemente. Quem garante é o Eu Max, aquela versão brilhantosa de nós mesmos que mora lá no futuro e se diverte mexendo seus pauzinhos magnéticos para nos atrair, como um imã. Sim, já foi comprovado, o fim da linha é um pote de mel, um prato de sopa ou uma lâmpada incandescente.

Para alguns de nós o processo acontece de forma abrupta, como um susto. Para outros, é como um escorregar preguiçoso. Há quem o deseje todos os dias, há quem pense nisso de vez em quando, há quem nunca se lembra de lembrar. Há aqueles que o buscam com ardor, há aqueles que o deixam acontecer na inércia, há aqueles que não se preocupam com isso. E claro, há aqueles que escrevem sobre isso e aqueles que odeiam quem escreve sobre isso. E há eu e há você. E há o Eu Max nos seduzindo…

Embora não hajam regras fixas, o processo de despertar perece percorrer certos estágios de maturação pré-roteirizados. Mas se o roteiro do caminho é o mesmo, a originalidade da caminhada é única, pessoal e intransferível.

Ao longo do tempo da vida passamos por esses estágios e vivenciamos diversos despertares, que são com0 saltinhos quânticos que revelam que mudamos de fase no videogame. Ao que tudo indica, não há shortcuts que se sustentem, apenas fases e mais fases, geralmente sucessivas, não necessariamente bem sucedidas, raramente aleatórias.

O tempo que permanecemos em cada estágio e a forma como lidamos com os seus respectivos desafios, varia infinitamente, tanto como nós. Altos e baixos, idas e vindas, trancos e barrancos, saltos mortais e recaídas homéricas fazem parte da jornada de todos nós. Acelerações, dormências, desvios, engarrafamentos, derrapagens, pedágios e pausas para meditação, deslumbre e autoengano, também, aos montes.

É importante se lembrar que o processo é energético e o fluxo acontece por meio da contínua amplificação do nosso quantum vibratório. A cada estágio nos manifestamos num estado de maior potência, com a visão mais ampla da realidade, a percepção mais aguçada sobre nós mesmos, a sensibilidade mais apurada para o outro, a mente mais cristalina para intuir e o coração mais generoso para ser.

Com mais energia, somos mais autônomos. Com mais consciência, mais lúcidos. Com mais amor, mais livres. Autonomia, lucidez e liberdade são senhas que nos abrem caminhos que nos inspiram vontades que no indicam verdades que nos levam até nós mesmos. Ser quem somos e viver ancorados no amor é o nosso destino comum, nosso futuro compartilhado.

Despertar é isso, é deixar de ser quem não somos e voltar a ser quem nunca deixamos de ser. Despertar é desapertar, é se libertar do aperto, é despentear a ilusão, é estar esperto, perto de si, fluindo na onda da verdade.

Os 9 estágios do despertar da consciência.

Se pudéssemos “metaforicamente” classificar os estágios do despertar, talvez ficasse mais ou menos assim.

1 — Sono — Neste estágio estamos dormindo profundamente. É um estado vegetativo onde há pouca ou nenhuma atividade consciente. A vida segue de forma orgânica, limitada, rotineira, pequena e abaixo linha do equador da autoconsciência. Embora estejamos vivos, não criamos, não pensamos e não interagimos com o mundo externo de forma pró-ativa. O eu está apagado. Somos massa de manobra.

2 — Sonambulista — Uma variação do estado de sono profundo. É um sono mecânico, com maior movimentação na vida. Interagimos com outros, mas ainda estamos alheios e alienados sobre tudo o que se passa dentro e fora de nós. Vivemos pra sobreviver. Somos massa de manobra que anda e fala.

3 — Onírico — Sono com sonhos — Nesta etapa se inicia uma atividade pré-consciente e começamos a dar os primeiros sinais de vida cognitiva. De forma caótica e fantasiosa, um movimento não contínuo e desestruturado de pensamentos, ideias, emoções, desejos, sensações e vontades começa a se manifestar no subconsciente no formato de sonhos. Ainda dormindo e passivos, mas o sono é mais leve e o eu, semi-apagado, começa a interagir com a mundo interno e externo. Aqui começamos a ter vislumbres de que talvez haja algo mais na vida além de contas para pagar, igrejas para rezar, times para torcer, partidos para defender e TV para assistir. Somos sonhadores sem causa.

4 — Lúcido – Sono com sonhos lúcidos — Esse é um estágio interessante. Terminada a infância, começa a adolescência. O eu subitamente estala e desperta, dentro do sonho. Com uma lucidez relativa, agora sabemos que estamos sonhando e nos divertimos com a fantasia. Brincamos de viver e queremos mudar o mundo dentro de casa. Criticamos o governo, apoiamos causas, reclamamos da corrupção, nos indignamos com o desmatamento da Amazônia e cutucamos muitas onças, na internet. Ousamos palpitar sobre tudo e todos, mas permanecemos encapsulados em estruturas de proteção. Ainda não estamos prontos e ainda não temos coragem de encarar o mundo real. É a fase do ensaio. A vontade é restrita. Somos sonhadores úteis.

5 — Preguiçoso — Acordando — Aqui começamos o processo de acordar e durante um tempo oscilamos entre diferentes estados de autoconsciência. Flashs de percepção desperta misturam-se com devaneios, sonhos e momentos de sono profundo. É quando começamos a perceber que algo maior está para acontecer em nossas vidas, que uma nova realidade está emergindo, que há algo maior para ser feito e que precisamos mudar. Esta transição costuma acontecer de forma pendular, pois se há uma vontade natural de despertar para a vida e se abrir para o novo, também há uma resistência natural para deixar tudo como está e permanecer no quentinho do confort zone. Muitos empacam aqui, recaídas são comuns, o medo brota. Postergamos ao máximo porque ainda não queremos assumir o compromisso com a vida nem a responsabilidade pelo nosso destino. Nossa atuacão no mundo é frágil, inconstante, descompromissada e oscila entre workshops de fim de semana, ação eufórica, ausências temporárias, escapismos e ações fugazes. Somos 1/3 crianças, 1/3 adolescentes, 1/3 terço adultos.

6 — Olhos abertosAcordado — Finalmente acordamos. Agora não conseguimos mais voltar a dormir, nem sonhar, nem escapar, nem fingir. O sono acabou. O jogo está próximo de mudar de fase. Estamos energizados, famintos e com desejos. Espreguiçamos prazerosamente. Mas acordado não é desperto. A vida com seus desafios e oportunidades bombam à nossa frente. Ainda aqui, há quem resista, seduzido pelo medo e preguiça. Mas qualquer tentativa de retorno ao estado anterior é depressão, ou loucura, na certa. A maioria tenta. Muitos conseguem. Uns poucos ouvem o chamado e decidem se arriscar a viver, de verdade. Investem no autoconhecimento com vontade, tomam decisões, assumem compromissos, se engajam. Aplicam pequenas mudanças em seu estilo de vida. Somos aprendizes.

7— De péAndando — Nesse estágio estamos acordados e encarando a vida de frente. Temos muitos interesses, compromissos, relações e conexões. Trabalhamos muito. Momentos difíceis e mágicos se alternam. Perdas e ganhos se acumulam. A energia é alta, mas densa. Estamos investindo nos fundamentos, mexendo em estruturas. Queremos realizar muito mas só conseguimos andar. O processo é lento. A consciência está presente, mas a dualidade cansa. Autoconhecimento dá trabalho. Constantemente precisamos recarregar. As vezes, a conexão enfraquece e esquecemos do propósito. Cambaleamos. Reclamamos. Temos saudades do passado, quando tudo parecia ser mais leve e lúdico. Estamos sendo testados. Mas seguimos em frente. Somos voluntários cansados.

8 —Em movimento — Correndo — Quando menos esperamos – depois de muito trabalho, dedicação e autocura – o processo do despertar dá um salto. “De repente”, a vida fica fácil e começa a fluir com uma sofisticada beleza. Sincronicidades pululam por todos os lados. A magia emerge. A beleza se revela. A fila anda. A autoconexão é forte. Nos sentimos guiados. Estamos presentes, plenos, conscientes e comprometidos com a vida. Lamentamos o tempo perdido. E queremos mais, muito mais. Realizamos o que nem imaginávamos ainda ser possível realizar, o nosso verdadeiro sonho. O eu está radiante de felicidade e alegria. Estamos em sync com a nossa essência. Não há mais ilusão, nem esforço, nem medo, apenas curtição, vontade e deleite. Entregues, nos deliciamos com o caminho enquanto realizamos nosso propósito de vida alinhados com o mundo. Estamos floridos e cantantes. Alegres e perfumados. Saltitantes e sábios. Somos pessoas verdadeiras.

9 — TranscendendoVoando — Num sábado qualquer da eternidade, na hora do almoço, você já sabe, desapertamos e despertamos. Neste estágio final, ou de recomeço em outra dimensão, acabam os estágios, existe apenas o fluxo. Eu sou eu, sou você, somos nós, somos todos nós. A ilusão da separação desaparece completamente. Fluimos fundidos ao todo, livres, em paz e em comunhão com o divino. A conexão é total, permanente, una. Estamos plenamente íntegros, integrados e integrais. Completamente identificados com a luz, com a consciência, com o amor e com o ar que respiramos. A síntese aconteceu. eu = Eu Max.

www.holoplex.org

03/11/15

Evolution ‘s 3 stages. More about synthesis

Or how does the synthesis occur? About Evolution

I am the thesis and the other one, unlike me, the antithesis. At first we´re indifferent to each other, we´re disconnected, it doesn´t matter the other and we don´t communicate to each other, we don´t exchange anything, we not even see ourselves. We are hide in the dissociation and tied in the invisible web of duality. There is no relationship.

Until the universe – always the universe – in his eternal need to flow puts us in the same space, in the same time, in the same dimension of interaction. In this irreversible situation we´re forced to realize and accept the existence of the other one, an otherness that goes far beyond our singularity. Here the synthesys process starts and duality evolves to polarity.

In this polar stage the other to who I was indifferent before, now exists and is my enemy, just because he´s my opposite and different of mine. So I want to compete with him because my mental conditioning believes his existence endangers my survival. No space, no food, no money, no resources exist for everyone, and then the fight for the control of the different begins. Fear and the belief of scarcity feeds the war and separation still reigns.

But one day — yes finally one day it happens — we´re completely exhausted of struggling and deceiving. It´s very exhausting to be in a permanent alertness to protect ourselves of pseudo enemies. Then we start to have some evolutionary ideas and to realize this fight is insane and probably there must be another way to live because in the war, even when we win, we lose. Eventually we realize a more sustainable, more creative, more collaborative and more intelligent way to continuous our journey in this planet.

Because of this relationship, the whole system, which includes everyone else, learn and evolves. Interaction by itself is a deep force who promotes evolution. This energetic creative exchange among multiple polarities strengths the systemic diversity. The poles begin to communicate indeed, to open to each other, to exchange, to co-create, to cooperate, to integrate and to transform their selves and mainly to dance. From this point, all the system expands and transcends itself entering in a new level of manifestation.

When the poles dance instead of fight, the whole, the holos have a phenomenal gain of energy and jump a quantum step in the evolutionary coil. A new stage begins and everyone, part of the whole, wins, become bigger, learns, grows up and gets rich in the abundance flow when one discovered that yes it´s enough for everybody.

The synthesis process (from duality to polarity to transcendence) happens not just inside us, among atoms, molecules, cells, and between our many sub-personalities. It also happens outside us: in our families, companies, in a country, in a planet an throughout the holoverse.

The synthesis, this eternal and creative process that flows to the manifestation of the individual, collective and global essence, is always happening. It occurs simultaneously in all those levels, in all dimensions, inside and outside us, until this virtual and illusory boundaries entirely disappear and a new unit is installed in a new frequency and therefore the evolutionary process continuous.

— part of the book Holoplex, by Fabio Novo

— www.holoplex.org

— translation — tks to Isa Trajtengertz

Entrevidas : O que acontece entre uma vida e outra ?

Como nos preparamos para uma nova experiência na Terra ?

Saber o que acontece entre uma vida (entrevidas) e outra é a informação que mais me motivou a buscar o autoconhecimento. Durante anos pesquisei diversos autores e teorias e vasculhei o meu próprio inconsciente em busca de memórias e pistas que me iluminassem o tema.

Foi durante um workshop de terapia de vidas passadas com o holandês *Hans Tendam que entrei em contato com o trabalho do hipnoterapeuta americano Michael Newton. O seu foco é exatamente o período entrevidas, que ele investiga através de um processo hipnótico que chama de regressão espiritual. Após milhares de consultas e anos de pesquisa sistemática, sintetizou suas descobertas nos livros Journey of Souls, Destiny of Souls, Memories of the Afterlife e Life between Lives.

Senti uma ressonância muito grande com a sua pesquisa. Ao ler os incríveis relatos de seus clientes em processo de regressão entrei numa espécie de transe. Inesperadamente, ativei um hipercanal de comunicação com o meu supraconsciente e fiz o download de muitas memórias passadas, o que me ajudou a reconstruir parte do roteiro da minha preparação espiritual para esta vida.

Esta experiência espontânea de expansão da consciência aconteceu um pouco antes de começar a escrever Holoplex e Hiper e foi fundamental para aprofundar muitos dos temas que abordei em ambos os livros, como por exemplo, o estudo dos chakras, dos 9 corpos, das dimensões da consciência e das múltiplas personalidades.

“Os novos arquivos baixados me ajudaram a compreender melhor quem sou eu e porque estou aqui e agora, neste planeta, neste exato momento, escrevendo este texto para você :-)> “

Propósito, missão, projeto de vida, doenças, família, relacionamentos e muitas outras questões importantes de nossas vidas ficam bem mais claras quando acessamos as memórias do entrevidas, tanto que decidi sintetizar e compartilhar este tema num ebook — Axis – Os 9 estágios de preparação para uma nova vida na Terra.

Neste momento de transição planetária onde há tanta desorientação, medo e ansiedade a respeito do nosso futuro individual, coletivo e global explorar o passado talvez seja um bom caminho para resgatarmos a nossa preciosa paz de espírito.

Nós não estamos aqui por acaso. Existe sim uma programação existencial para as nossas vidas. É uma espécie de roteiro vivo, aberto e não linear que funciona como um vetor energético que nos orienta e impulsiona diante dos múltiplos desafios que enfrentamos ao longo da nossa jornada. Acessar esta informação é fundamental para quem quer acelerar a sua evolução.

Estou disponibilizando abaixo o prefácio e um resumo dos principais temas abordados no Axis. Tomara que você se inspire tanto quanto eu nesta busca por autoconhecimento. Não vamos nos esquecer que a informação está aí, e só depende de nós resgatá-la.

Axis — o eixo da vida.

Ao terminarmos uma vida no planeta Terra e retornarmos ao nosso domicílio de origem, em alguma dimensão do astral, passamos por um profundo processo de avaliação, reflexão, reorganização, orientação, cura, planejamento, equalização energética e modulação consciencial, que, na cronologia terrena, pode durar de dias a milênios.

Esse processo acontece em múltiplas etapas e varia muito de acordo com as nossas circunstâncias individuais e grupais, que incluem o nosso grau de maturidade consciencial, estágio evolutivo, missão, grupo kármico, projeto existencial e frequência vibratória.

Isto quer dizer que essas etapas não acontecem necessariamente para todos e numa mesma sequência. As variáveis existenciais são infinitas e é comum essas etapas acontecerem simultaneamente.

O que veremos a seguir é uma síntese simplificada de 9 possíveis estágios que podem ocorrer durante este rico período, uma espécie de roteiro ou eixo de referência com as principais questões, atividades e desafios a serem trabalhados entre uma vida e outra. Vale dizer que estas etapas são comuns também, com pequenas diferenças, para as almas que estão vindo para a Terra pela primeira vez.

Este roteiro se baseia em várias fontes, principalmente nas pesquisas de Michael Newton, na Conscienciologia e em minhas experiências e memórias pessoais, que coincidem e reforçam a maioria dessas informações e complementam o roteiro.

Os 9 estágios de preparação para uma nova vida na Terra.

01 — Realinhamento Energético & Cura — processo de retorno para o nosso domicílio astral, equalização dos corpos e das energias conscienciais.

02 — Reencontros — encontro com “amigos espirituais”, consciências que fazem parte da nossa biografia multidimensional e/ou que fizeram parte da vida que se encerrou.

03 — Coaching & Conselho de Mentores — processo de orientação com guias e mestres e encontro com mentores no Conselho para feedback e avaliação dos aprendizados da vida.

04 — Férias & Trabalho — tempo de descanso, reflexão e autoavaliação e início de atividades.

05 — Missão & Propósito & Projeto de Vida (Life Design) — fase de pesquisa, planejamento, criação e design de uma nova vida.

06 — Pais & Corpo & Parcerias — pesquisa de afinidade, viabilidade e disponibilidade de possíveis pais, irmãos, sócios, cônjuges, amigos e etc. Nesta fase são estabelecidos os acordos como estes parceiros de vida.

07 — Guias Espirituais — definição dos guias de proteção e orientação ao longo da vida.

08— Treinamento & Ensaio — após todas as definições anteriores são feitos diversos treinos e ensaios preparatórios considerando-se o projeto de vida individual e grupal escolhidos.

09 — Síntese da Holomatriz — hiperprogramação da matriz da consciência, onde estarão holograficamente codificados todos os programas, tendências e potenciais energéticos no formato de som, luz e geometria.

— para saber mais — leia Axis — Os 9 estágios de preparação para uma nova vida na Terra.

— www.holoplex.org

— *Hans Tendam é um terapeuta e autor holandês, um dos criadores da terapia de vidas passadas.

Ou 11 caminhos para encontrar o seu fluxo de harmonização

Como surfar na Transição

Os 11 caminhos para encontrar o seu fluxo de harmonização

 

Na minha experiência nestes + de 10 anos como terapeuta, coach e “soul hacker” tenho observado que existem alguns caminhos que nos ajudam a lidar com momentos de crise aguda, seja uma crise pessoal, seja uma crise sistêmica, como a que estamos vivendo agora.

Crises sistêmicas são crises coletivas que afetam todas as dimensões da vida. Nada fica de fora. Ninguém escapa. É uma crise holística com múltiplas fontes, variáveis e possibilidades simultaneamente integradas.

É uma mudança de alinhamento no eixo central dos valores, princípios, prioridades e paradigmas que regem a sociedade como um todo.

Trabalho, economia, cultura, tecnologia, clima, educação, política, relações, mídia, família, religião, saúde, dinheiro, comportamento social, tudo, absolutamente tudo é radicalmente transformado numa crise sistêmica.

É uma mudança de fase, de modelo e de sistema operacional global.

Diante deste cenário disruptivo, complexo, acelerado e hipermutante é bastante natural nos sentirmos perdidos, com medo e confusos sobre o que fazer e como nos posicionar para nos sincronizarmos com esta gigantesca onda de transformação.

Daí emerge a necessidade de  harmonização, de conhecimento psico-espiritual, costurado ao longo dos séculos por milhares de experiências reais, para nos ajudar a lidar com tamanha complexidade.

Olhar pra dentro, observar, refletir, sentir, liberar, intuir e fluir são alguns dos caminhos. Vejamos o que mais nos pode ser útil.

  1. Relaxamento

No stress tendemos a repetir padrões de pensamento, sentimento e comportamento. Os padrões vem do passado mas as soluções do passado não nos servem mais, precisamos de novas sinapses, novas soluções, novas visões e novos caminhos.

Quem abre esta porta é o estado de relaxamento dinâmico que alcançamos quando estamos num estado de fluxo orgânico, também conhecido como estado de flow.

Relaxar é o começo!

2. Criatividade

A criatividade é uma benção divina e um dos elementos de maior potencial espiritual para a cura e conexão.

Quando dançamos na criatividade ativamos engrenagens multidimensionais que azeitam nossos núcleos energéticos internos que se manifestam numa freqüência superior à anterior.

Criar abre os portais sagrados do universo universal.

Relaxou ? Agora cria a si mesmo !

3. Prática pessoal

Para encontrarmos o nosso caminho em meio ao caos, autoconexão é fundamental.

Dificilmente vamos encontrar respostas do lado de fora.

A fonte de direcionamento e significado mais confiável está dentro de nós mesmos.

Ninguém sabe sozinho como resolver os problemas globais, mas é possível saber o que nós temos que fazer individualmente.

Se cada um souber o que tem que fazer, e fizer, todos os nossos problemas seriam resolvidos muito rapidamente.

Mas para ter esta clareza, é muito importante ter uma prática pessoal diária de harmonização com a nossa essência.

Sem isso, é quase impossível sustentar um bom grau de conexão, e sem conexão, o gps não funciona, e sem gps, ficamos perdidos.

Portanto, encontre uma prática que te atrai (dançar, cantar, meditar, pintar, sonhar, escrever, caminhar, etc) e pratique diariamente.

4. Confiança

Depois que saltamos de paraquedas, é melhor confiar que ele vai abrir. Nós já estamos aqui, “encarnados”.

Escolhemos estar aqui neste momento de transição planetária, então é melhor confiar que tudo vai dar certo, do jeito que for possível.

A confiança é o antídoto contra o vírus sistêmico do medo.

Con+fiar é tecer a rede com fios de amizade e conexões amorosas para sustentar o processo de transição.

5. Alimentação

Cuidar da alimentação talvez seja uma das ações mais revolucionárias atualmente.

Plantar a sua horta, preparar o seu alimento, comer orgânicos, eliminar produtos químicos, geneticamente modificados e industrializados e mudar hábitos alimentares ajudam muito no fortalecimento da autoconexão, na autocura e na mudança de paradigmas.

Há quem diga que uma mudança econômica real apenas será possível com a mudança na alimentação, concordo.

6. Corpo

O corpo é a base multifuncional da vida. É o principal veículo de manifestação da nossa consciência na 3D. Sem ele não estaríamos aqui. Isto já deveria ser o suficiente para nos convencer da sua importância mas parece muitas vezes esquecemos de cuidar do nosso corpo.

Lembre-se, o corpo é o nosso hardware e precisa tanto de movimento como de descanso.

7. Sono

Dormir bem é a melhor forma de restartar o nosso sistema psico-energético. Durante um sono bom processamos os conteúdos psicológicos vivenciados durante o dia, restauramos a nossa energia (o que estimula os processos de autocura) e reorganizamos a consciência como um todo.

Atualmente dorme-se muito mal, especialmente nas grandes cidades.

Alimentação pesada, café, poluição sonora, drogas, falta de atividade física, stress e excesso de estímulos estão entre os principais fatores prejudiciais.

Talvez o mais importante para melhorar a qualidade do sono seja encontrar um jeito de se preparar para dormir, ou seja, de ritualizar o ato de dormir.

8. Sonhos

Um bom sono geralmente vem acompanhado de bons sonhos, ou seja, de sonhos restauradores, que informam, orientam, energizam e até curam.

Estabelecer uma relação como o mundo dos sonhos é fundamental para quem quer se comunicar com o inconsciente e aprender sobre si mesmo.

Para isso, basta começar a anotá-los e a interagir com eles, conversando, desenhando, dançando, sentindo e dando vida a eles.

9. Relações

Curar as relações talvez seja uma das nossas maiores prioridades. Bloqueios psico-emocionais e afetivos, seja na família, no trabalho ou nos grupos de amigos, são um dos maiores entraves em nossa evolução.

Relações mal resolvidas e pendentes minam a nossa energia e roubam a nossa vitalidade.

A meta é harmonização todas as relações, em todos os níveis, o mais rápido possível. E para isso, existem infinitas maneiras de fazer.

E é importante que cada pessoa encontre a sua.

10. Causas

Estamos na era da colaboração, da cocriacão e do compartilhamento em rede.

Dedicar-se a uma ou várias causas além de ser altamente prazeroso, energizante e restaurativo, é também fundamental para a nossa realização espiritual.

Apoiar, investir, divulgar, mobilizar, voluntariar e colaborar com causas, movimentos e projetos verdadeiros gera abundância, traz contentamento e exponencializa a evolução individual, coletiva e global.

Precisamos estar juntos para sustentar a transformação e todos temos muito a oferecer.

11. Inovação

Todos os itens anteriores convergem para a necessidade urgente de inovar em nossas vidas.

Crise estimula mudança de visão, percepção, consciência e, principalmente, de comportamento.

De nada adianta saber sem agir, compreender sem mudar, conhecer sem transformar.

A mudança só é plena quando abandonamos padrões obsoletos do passado e atualizamos o nosso estilo de vida na prática.

Isso significa desde arrumar o armário até mudar os hábitos alimentares, passando por curar as relações, abandonar vícios destrutivos, desapegar de tudo aquilo que não serve mais; cuidar de si mesmo, dos outros e do planeta; reciclar o lixo, participar pró-ativamente de movimentos de inovação social, colaborar com causas transformadoras, diminuir o seu impacto ambiental e alinhar a sua ação com o seu propósito de vida de forma criativa, divertida e conectada.

Inovar é o melhor caminho para entar em sinc com o futuro.

Bom meus amigos e amigas, a lista não termina por aqui, mas considero que estes caminhos já sejam um bom começo.

O que posso dizer é que comigo tem funcionado. Espero que seja útil para vcs também.

Um abraço.

Fabio Novo

www.holoplex.org

18/10/15

O futuro do presente.

ver futuro

Ver futuro – Ou como atravessar o portal do tempo estando presente.

A complexidade absurda do mundo contemporâneo, com sua velocidade quântica, superficialidade crônica e urgência hiper-tecnológica, está nos roubando o passado e o futuro e nos jogando eternamente no presente.

Até parece que os deuses do tempo, Cronos (regente do tempo linear) e Kairós (regente do tempo das coisas), cansados de nos ensinar a meditar para ficarmos “zens”, resolveram se fundir numa parceria estratégica e montaram um circo atemporal onde o único jeito de sobrevivermos, advinha só, é vivermos integralmente fora do tempo, ou seja, no presente.

O futuro e o passado estão embutidos no agora e nós estamos todos irremediavelmente encapsulados na nave mãe do presente, e é dele que teremos que absorver os conhecimentos, estratégias, ações e direções para continuar nossa jornada evolutiva.

É à partir do presente que daremos o salto que transcende as dualidades, polaridades e paradoxos que limitam nossa percepção, nos prendem no chão da mesmice e travam nossa ação criativa e corajosa.

É à partir do presente que encontraremos a compreensão para nossas pessoinhas perdidas e o significado de nossas vidinhas confusas.

É à partir do presente que iremos curar feridas, transmutar energias e mudar padrões de pensamento, sentimento e comportamento e poder ver futuro que está pela  frente.

É à partir do presente que construiremos as novas bases, os novos softwares, os novos paradigmas que irão modelar o presente no amanhã e no depois do amanhã.

O presente é o presente dos deuses, é tudo o que temos, é tudo o que precisamos, é o portal para o passado e para o futuro.

Fábio Novo

Terapeuta, coach, autor, palestrante, empreendedor, facilitador de meditação e processos de autoconhecimento e co-fundador da casa colaborativa Hiperespaço. Atuo há + de 12 anos como coach e terapeuta e há + de 20 anos pesquiso os temas da psicologia, espiritualidade e evolução da consciência

 

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26/3/15

Como lidar com a raiva , ira, cólera e o ódio ?

Ou como saltar do cerebelo ao neocortex ?

O facebook é um prato cheio para terapeutas. Observar o que tem acontecido nos últimos tempos é bastante revelador. Um aspecto que me tem chamado a atenção é o fenômeno da raiva, hoje generalizada, que se alastra indiscriminadamente por posts e mais posts nas mídias sociais.

A raiva — e seus afluentes mais conhecidos, como a ira, a cólera e o ódio — é uma emoção básica do ser humano. Todos nós temos raiva. Ela é fundamental para a nossa sobrevivência, transformação e evolução. E na sua essência, não é boa nem ruim. O que pode ser bom ou ruim é o que fazemos com ela.

Na infância, a raiva se manifesta livremente através do choro, do grito, do esperneio, até sermos amestrados e ensinados que é feio espernear. É quando aprendemos a engolir sapos e a reprimir a raiva. Na adolescência, a raiva volta com tudo e se manifesta basicamente de 3 formas. Em alguns, como uma explosão, é a extravazão da rebeldia contra tudo e contra todos, mas neste caso, a rebeldia tem causa, embora muitas vezes inconsciente; em outros surge como uma implosão, é o fim do mundo da depressão, da apatia e da melancolia típicas deste período da vida. Os mais sortudos são aqueles que conseguem alquimizar e canalizar a energia da raiva para alguma atividade mais saudável e construtiva, como esportes, por exemplo.

Na fase adulta, toda a raiva acumulada ao longo da vida, acrescida das doses diárias de aborrecimentos, frustrações e chateações de todos os tipos, vira uma arma de efeito moral devastadora. Se tenho muita raiva guardada, ou se estou frustrado, infeliz, estressado, angustiado e não realizado na vida, e se ainda não aprendi a usar a raiva de forma inteligente e a favor da minha evolução, é bem possível que vá projetá-la, provavelmente de forma inconsciente, nos outros, no mundo externo e nos pseudo-inimigos, talvez como agressão, sarcasmo, ironia, cinismo, assédio moral ou violência física. As formas são muitas.

É aí que entra o facebook como grande espelho da sociedade e de nós mesmos. Assim como fazemos na adolescência, núcleos psíquicos imaturos dentro de nós nos influenciam e, como resultado, nos levam a nos agrupar por afinidade em times, partidos, igrejas, gangs, bandos, bandas… para potencializar a nossa expressão e nos proteger. Ficamos tão identificados com nossos ídolos e times, tão apegados a nossos grupos de afins, tão seguros junto de nossos líderes e suas causas, que qualquer ofensa, qualquer questionamento, qualquer simples oposição a eles dói mortalmente em nós, porque toca em feridas internas profundas e ainda não curadas.

Sendo assim, como posso aceitar que alguém fale mal do meu time, do meu partido, do meu candidato, do meu guru. Se não aprendi a lidar com a raiva, se não curei minha feridas psicológicas, se não perdoei meus pais, o professor que me ignorou, aquele cara que me humilhou na infância, a garota que me deu um fora na adolescência, o amigo que me traiu, o sócio que me roubou,… então só vai me restar um caminho, revidar, ir a luta, derrubar os inimigos sem piedade nem dó. É a partir daí que projetamos sem consciência todo a raiva e frustração acumulada dentro de nós, nos outros, nos inimigos, nos opositores e em todos os que ousam em pensar diferentemente de nós. O buraco é tão mais embaixo, e tão mais dolorido, que é bem mais fácil projetar no mundo externo. É assim que contribuímos para aumentar o caos, a dor e o sofrimento do mundo.

Em síntese, sentir raiva é algo absolutamente normal e humano. Mas se não conseguimos apazinguar a guerra dentro de nós, se não conseguimos pacificar nossas mentes e corações e se não conseguimos elevar o centro de gravidade da nossa consciência do cerebelo (instintivo e condicionado) ao neocortex (reflexivo e criativo), a guerra não vai terminar nunca e jamais seremos livres e felizes, nem mesmo quando matarmos o inimigo e ganharmos a guerra.

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26/10/14

O sistema dos 9 chakras: Qual a função de cada chakra?

Conheça as características dos 9 chakras principais.

O sistema de chakras é o sistema de processamento de energia e informação da consciência humana. É um complexo energético integrado e inteligente que se autorregula de acordo com as circunstâncias cotidianas da vida e com as necessidades do nosso organismo multidimensional.

Os chakras (centros de energia) são vórtices (espirais) que saltam para fora do corpo físico e realizam um amplo conjunto de funções, como captar, filtrar, processar, sincronizar e distribuir energia por todo o organismo. Eles podem espiralar no sentido horário ou anti-horário, podem estar abertos ou fechados, ativos ou inativos, bloqueados ou desbloqueados, limpos ou poluídos. Cada chakra tem uma faixa de frequência determinada e está associado a um respectivo conjunto de temas, funções, qualidades e fases da vida.

Os 9 chakras

O chakra infravermelho está associado ao corpo energético e fica localizado na base da aura (campo energético). Está diretamente ligado à concepção, gestação e parto e relaciona-se com questões kármicas, existenciais e ancestrais. Ao sincronizarmos este chakra, fortalecemos o nosso enraizamento e nos conectamos com memórias de outras vidas vividas neste planeta.

O chakra básico (vermelho), também chamado de raiz ou kundalini, é uma espiral de energia que parte da base da coluna (períneo) em direção ao solo. Conecta-se com os chakras dos pés e relaciona-se com o mundo concreto, com o corpo físico e com a Terra. Está associado à mãe e às questões de sobrevivência, como; alimentação, segurança, casa, dinheiro e com os instintos, impulso sexual e medos mais primários do ser humano. O chakra básico está relacionado com o elemento terra, com o sentido do olfato e rege em especial os primeiros 7 anos de vida.

O chakra umbilical (laranja) é composto por duas espirais de energia que partem da região abaixo do umbigo, uma para a frente e outra para trás (costas). Está relacionado com o corpo emocional e sintetiza a energia das emoções e dos desejos. Está ligado às gônadas (ovários nas mulheres e testículos nos homens) e regula a nossa capacidade de viver com prazer e de estabelecer relações e vínculos afetivos saudáveis. Costuma armazenar muitos dos conflitos, frustrações, complexos e traumas psicoemocionais. Conecta-se com o elemento água, com o sentido do paladar e rege o período dos 7 aos 14 anos de idade.

O chakra do plexo solar (amarelo), na região do estômago, é composto por duas espirais de energia, uma à frente e outra atrás (costas). Está relacionado com o corpo mental e com a capacidade de captar as energias do ambiente. Corresponde ao poder pessoal, à determinação, à coragem e à força de vontade. Por meio dele nós conquistamos o nosso espaço no mundo (familiar, social, profissional), nos protegemos das influências exteriores e construímos a nossa identidade pessoal (personalidade). Relaciona-se com o elemento fogo, com as suprarrenais e o pâncreas, com o sentido da visão e rege o período dos 14 aos 21 anos.

O chakra cardíaco (verde) situa-se na região do coração e é composto por duas espirais de energia, uma à frente e outra atrás (costas). Esse chakra está associado ao amor, ao altruísmo, à compaixão, à fraternidade, à comunidade, à coletividade e à comunhão e é um dos nossos principais centros de autoconsciência e gestão energética. Está relacionado aos chakras das mãos, ao sentido do toque, ao elemento ar, à glândula timo e rege o período dos 21 aos 28 anos.

O chakra laríngeo (azul), na região da garganta, é composto por duas espirais de energia que saltam para a frente e para trás. Esse chakra sintetiza a energia da expressão, da comunicação, da transmutação e da manifestação e faz a hiperconexão entre as múltiplas dimensões da realidade. Relaciona-se com o elemento espaço/éter, com as glândulas tireoide e paratireoides, com o sentido da audição e da clariaudiência e rege a fase dos 28 aos 35 anos.

O chakra do terceiro olho (azul-índigo), na região da testa, é composto por duas espirais de energia que saltam para a frente e para trás. Esse chakra sintetiza energia e informação como luz e expande a nossa percepção da realidade, para irmos além das aparências e atravessarmos os muitos véus da ilusão do mundo em 3D. Está relacionado com a glândula hipófise (pituitária), com o sistema nervoso e com o 6º sentido (clarividência). Rege o período dos 35 aos 42 anos.

O chakra coronário (violeta) situa-se no topo da cabeça e se manifesta por meio de uma espiral de energia que vibra em direção ao céu. Esse chakra tem vibração muito alta e é um dos principais canais por onde a energia cósmica penetra no organismo humano. Ele faz o hiperlink com o Eu Superior e com as dimensões mais sutis e profundas da consciência. Relaciona-se com a glândula pineal e com a intuição, e rege o período da vida que vai dos 42 aos 49 anos.

O chakra ultravioleta situa-se no topo da aura. Ele reflete a nossa essência mais pura e está relacionado com a nossa origem espiritual, com o futuro e com o nosso caminho evolutivo. Rege o período da vida que vai dos 49 aos 56 anos. Após este período recomeçamos esta mesma sequência, mas numa oitava superior na espiral da evolução.

Dica : Se você quiser conhecer um programa de meditação que trabalha diretamente com os chakras, experimente o Programa Sync, baseado na Meditação das Rosas. São 9 meditações, cada uma focando num dos 9 chakras acima mencionados. Abaixo uma amostra. Pra saber mais e fazer 0 programa completo acesse www.holoplex.org

— texto e imagem fazem parte do livro Holoplex, de Fabio Novo

www.holoplex.com.br/app-sync

 

 

20/3/15

Transformação pessoal, os três estágios ou polaridades da Transição

 Transformação pessoal (Os 3 estágios da ou polaridades da transição)

transformação pessoal

Eu sou a tese, e o outro, o diferente de mim, é a anti-tese.

Num primeiro momento, somos indiferentes um ao outro, estamos dissociados, isolados.

Não nos interessa saber quem é aquele outro, não queremos interagir, não nos comunicamos, não trocamos e nem sequer nos reconhecemos.

Estamos escondidos na separação e atados nas teias invisíveis da dualidade

Até que o universo (sempre ele) e sua sede por fluir, nos coloca num mesmo espaço-tempo, numa situação irreversível em que somos obrigados a reconhecer e aceitar a existência de um outro, de uma alteridade além da nossa singularidade.

Aqui a dualidade evolui para polaridade.

Neste estágio polar do processo de transformação pessoal, o outro, a quem antes eu era indiferente, agora existe mas ainda em oposição, e é meu inimigo, simplesmente por ser diferente; por morar em outro bairro, torcer para outro time, apoiar outro partido, rezar para outro deus, gostar de outras coisas.

Logo, tenho bons motivos para deletá-lo pois acredito que ele, pelo simples fato de existir como diferente, põe em risco a minha identidade e até a minha existência, já que não há recursos para todos e apenas os meus iguais e parecidos merecem viver.

É o medo e a crença da escassez, ardilosamente inserida como verdade em nossas mentes por meio da educação, da religião e da cultura, emergindo como alimento para a guerra.

Mas um dia (sim, um dia finalmente acontece) ficamos exauridos de lutar, de construir muros, de sustentar barricadas e de atirar bombas com defeito moral nos outros.

Começamos a nos perguntar se não haveria um outro caminho, mais alegre e harmonioso, mais simples e divertido, para viver e solucionar nossos problemas, porque na guerra, mesmo quando ganhamos, perdemos.

E é muito desgastante estar em permanente estado de alerta para se defender de um pseudo inimigo.

É quando começa a deslizar pelas frestas dos sistemas de comando e controle uma inteligência diferente, mais criativa, amorosa e inclusiva, que semeia ideias loucas, subversivas, impensáveis e, pasmem, chegando ao cúmulo de concluir que colaborar com o antigo concorrente pode ser mais “sustentável”.

Neste estágio do processo evolutivo, o sistema como um todo se expande e transcende suas antigas fronteiras ao entrar no hiperfluxo de integração dinâmica que chamamos de síntese.

Os pólos começam a se olhar, bater papo, dialogar, trocar ideias, compartilhar experiências, integrar funções, cocriar projetos, transformar visões e, principalmente, a dançar.

Quando os pólos dançam, ao invés de guerrear; quando trocam energia criativamente, ao invés de negarem o outro; quando cocriam, ao invés de destruir, o holos, o todo, tem um ganho fenomenal energia e diversidade e salta uma oitava quântica na espiral da evolução.

Um novo estágio energético, e um novo estado de consciência e transformação pessoal, se iniciam, e todos que compõem o todo aprendem, crescem e enriquecem no fluxo da abundância ao descobrirem na prática que há sim um sim para todos.

A síntese é um fluxo de manifestação da verdade que que vai da dualidade para a polaridade para transcendência, numa dinâmica universal que acontece não só “dentro de nós”, entre entre átomos, moléculas, células e as nossas subpersonalidades, como “fora de nós”, nas famílias, coletivos, empresas, países, planetas e em todo o sistema solar.

Sintetizar é abrir espaço para a manifestação da essência e acontece simultaneamente em todas as dimensões até que os limites virtuais e ilusórios que nos separam desapareçam e uma nova unidade se instale.

Fábio Novo

www.holoplex.org

— esta imagem é parte do livro HOLOPLEX, de Fabio Novo.

26/10/14